The inspiration to found RESAMA arose from the need to create an independent space for the articulation of professionals of different areas dedicated to environmental migrations that could, in a pioneering and collaborative way, stimulate the exchange of experiences and disseminate the theme in South America.

Over the years, the network has undergone a maturation process, diversifying its activities through participation in national and international public consultations and in the major international conferences on issues related to the Network’s mission, acting proactively and responding to the demands of strategic actors at national, regional and global level.

The main goals of RESAMA are:

I. work for the recognition and full protection of environmental migrants;

II. map evidence, collect data and experiences related to the impacts of environmental change on human mobility in the region;

III. create a solid network of researchers and professionals from different fields of knowledge to consolidate the role of the network in all countries of the region, aiming to create the “Observatory of the South American Environmental Migration” (OMAAS);

IV. generate knowledge through the production of publications and empirical research;

V. actively participate in the construction of strategies, policies and regulations aimed at the proper treatment of environmental migration in the global, regional and national levels, with an integrated approach, establishing the necessary communication between the themes of migration, climate change, disasters and human rights;

VI. promote constructive dialogue and act in cooperation with public actors, academia and other civil society and international organizations;

VII. participate in public hearings and other public consultation processes on the issue;

VIII. participate in associations, research groups and networks and other initiatives on the topic, inside and outside the South American region, incorporating the learning and shared experiences for the improvement of the network and its activities;

IX. train policy makers and decision makers on the issue.

A inspiração para fundar a RESAMA surgiu da necessidade de criação de um espaço independente de articulação de profissionais de distintas áreas dedicados às migrações ambientais e que pudesse, de forma pioneira e colaborativa, estimular o intercâmbio de experiências e disseminar o tema  na América do Sul.

Ao longo dos anos, a rede tem passado por um processo de amadurecimento, diversificando sua atuação através da participação em consultas públicas nacionais e internacionais e nas grandes conferências internacionais nos temas relacionados à missão da rede, atuando de forma proativa e também respondendo a demandas de atores estratégicos no nível nacional, regional e global.

Os principais objetivos da RESAMA são:

I. atuar pelo reconhecimento e proteção integral dos migrantes ambientais;

II. mapear evidências, coletar dados e experiências relacionadas aos impactos das mudanças ambientais sobre a mobilidade humana na região;

III. formar uma rede sólida de pesquisadores e profissionais de distintas áreas do conhecimento para consolidar a atuação da rede em todos os países da região com vistas à criação do “Observatório das Migrações Ambientais da América do Sul” (OMAAS);

IV. gerar conhecimento através da produção de publicações e de pesquisa empírica;

V. participar ativamente da construção de estratégias, políticas e normas que visem o adequado tratamento da migração ambiental no âmbito global, regional e nacional numa perspectiva integrada, estabelecendo a comunicação necessária entre os temas da migração, mudança climática, desastres e direitos humanos;

VI. promover um diálogo construtivo e atuar em cooperação com atores públicos, academia, outras organizações da sociedade civil e organizações internacionais;

VII. participar de audiências públicas e outros processos de consulta pública relativos ao tema;

VIII. participar de associações, grupos e redes de pesquisa e outras iniciativas sobre o tema dentro e fora da região sul-americana, incorporando o aprendizado e as experiências compartilhadas para o aprimoramento da rede e de suas atividades;

IX. capacitar formuladores de políticas e tomadores de decisão.

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